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Com depressão e lesão no braço, trabalhadora denúncia assédio moral em agroindústria

23/09/2011

As dores constantes no braço direito - causada pela tendinite - e a depressão seriam problemas graves, vivenciados diariamente por Rosenilde Fernandes de Oliveira, 28 anos, trabalhadora do setor de Produção, da Agrovêneto de Nova Veneza há mais de três anos, mas não foram. Além da Lesão por Esforço Repetitivo (LER), Rosenilde denuncia ter sofrido assédio moral no último dia 13 na agroindústria.  Segundo ela, após faltar o trabalho no dia anterior, em função de doença  foi retirada pelo supervisor da produção e levada direto a uma sala pequena junto com o supervisor de RH, onde foi submetida à forte pressão.  “Eu fiquei muito triste, não esperava isso deles. Me senti humilhada por não estar resolvendo o problema no meu setor, com meu chefe, e ser levada em um cubículo para ser pressionada. Ameaçaram me colocar para rua por justa causa,  e quando perceberam que sabia dos meus direitos, pressionaram para eu pedir demissão. Como se não bastasse tamanha humilhação, continuaram a pressão para que eu jurasse não faltar mais”, explica à trabalhadora.Em maio de 2010, Roseneide, que é mãe de dois filhos e reside em Criciúma, viveu momentos difíceis na separação do ex-marido, sendo vítima inclusive de inúmeras ameaças de morte. “Por tantos problemas, algumas vezes faltei ao trabalho então, procurei a gerência da empresa para explicar o meu caso e solicitar demissão, eles não aceitaram e acabei afastada por licença médica 30 dias, mas agora quero e preciso continuar trabalhando”, fala. O presidente do Sindicato da Alimentação de Criciúma e Região, Célio Elias, disse que o caso de Rosenilde não é isolado. “Nos últimos tempos, a presença da supervisão do RH na produção é comum e denunciada por vários trabalhadores. Eles alegam que vão para “ajudar” o trabalhador, mas estão lá para praticar assédio moral e iremos entrar com ação de danos morais contra a empresa”.

 

As dores constantes no braço direito - causada pela tendinite - e a depressão seriam problemas graves, vivenciados diariamente por Rosenilde Fernandes de Oliveira, 28 anos, trabalhadora do setor de Produção, da Agrovêneto de Nova Veneza há mais de três anos, mas não foram. Além da Lesão por Esforço Repetitivo (LER), Rosenilde denuncia ter sofrido assédio moral no último dia 13 na agroindústria.  Segundo ela, após faltar o trabalho no dia anterior, em função de doença  foi retirada pelo supervisor da produção e levada direto a uma sala pequena junto com o supervisor de RH, onde foi submetida à forte pressão.  “Eu fiquei muito triste, não esperava isso deles. Me senti humilhada por não estar resolvendo o problema no meu setor, com meu chefe, e ser levada em um cubículo para ser pressionada. Ameaçaram me colocar para rua por justa causa,  e quando perceberam que sabia dos meus direitos, pressionaram para eu pedir demissão. Como se não bastasse tamanha humilhação, continuaram a pressão para que eu jurasse não faltar mais”, explica à trabalhadora.Em maio de 2010, Roseneide, que é mãe de dois filhos e reside em Criciúma, viveu momentos difíceis na separação do ex-marido, sendo vítima inclusive de inúmeras ameaças de morte. “Por tantos problemas, algumas vezes faltei ao trabalho então, procurei a gerência da empresa para explicar o meu caso e solicitar demissão, eles não aceitaram e acabei afastada por licença médica 30 dias, mas agora quero e preciso continuar trabalhando”, fala. O presidente do Sindicato da Alimentação de Criciúma e Região, Célio Elias, disse que o caso de Rosenilde não é isolado. “Nos últimos tempos, a presença da supervisão do RH na produção é comum e denunciada por vários trabalhadores. Eles alegam que vão para “ajudar” o trabalhador, mas estão lá para praticar assédio moral e iremos entrar com ação de danos morais contra a empresa”.

 

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