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Reivindicações entregue as agroindústrias, trabalhadores lutam por 8% de aumento real

14/09/2011

Uma pauta com cerca de 20 itens foi entregue na primeira semana de setembro à direção das agroindústrias Agrovêneto, Tramonto e Seara-Marfrig – essa na Campanha Unificada com Jaraguá do Sul e Sidrolândia (MS). Os trabalhadores querem 8% de ganho real nos salários, 2% de reajuste salarial a cada ano de trabalho e piso salarial de R$ 980,00. Segundo Célio Elias, presidente do Sindicato, a estimativa é que o salário mínimo seja reajustado entre 13,6 a 14% em 1º de janeiro de 2012 e os ganhos dos trabalhadores não podem mais ter perdas em relação ao mínimo e manter o percentual de ganho real. Uma outra importante luta da categoria é a prevenção das doenças ocupacionais: “Queremos duas horas fora da linha de produção quando o trabalhador retorna do beneficio, tempo de exposição na linha de produção de 6hs diárias e de no máximo 36 hs semanais”, explica Célio. A eliminação do atual PPL e a elaboração de um programa de repasse através de um abono no valor de um piso da categoria, discutido sem metas a exemplo da Agrovêneto e Tramonto é outro item essencial a ser garantido. Nesse setor de produção, na observação de Célio, não pode ser estipulado metas. “Isso contribui ainda mais  com a mutilação dos trabalhadores”.  Nas demais reivindicações estão: licença maternidade de 180 dias;adicional noturno de 50%; cesta básica no valor de R$ 115,00; auxilio creche de 50% salário mínimo;aviso prévio de 60 dias para quem tem mais de quatro anos, e 90 dias acima de oito anos de empresa; fornecimento de Café gratuito; transporte coletivo gratuito;  faltas justificadas conforme o rol de reivindicações;auxilio farmácia de 50%;complementação por parte da empresa do 13º salário para o trabalhador afastado por doença, proporcional ao período do afastamento;tempo de deslocamento no transporte coletivo, será obrigado a computar na jornada de trabalho;folga nos dias 24 e 31 de dezembro 2012, sem compensação - os trabalhadores trabalham cinco dias por ano a mais - e 50% no adicional de férias. As rodadas de negociação ainda não estão marcadas.

 

 

 

 

 

 

Uma pauta com cerca de 20 itens foi entregue na primeira semana de setembro à direção das agroindústrias Agrovêneto, Tramonto e Seara-Marfrig – essa na Campanha Unificada com Jaraguá do Sul e Sidrolândia (MS). Os trabalhadores querem 8% de ganho real nos salários, 2% de reajuste salarial a cada ano de trabalho e piso salarial de R$ 980,00. Segundo Célio Elias, presidente do Sindicato, a estimativa é que o salário mínimo seja reajustado entre 13,6 a 14% em 1º de janeiro de 2012 e os ganhos dos trabalhadores não podem mais ter perdas em relação ao mínimo e manter o percentual de ganho real. Uma outra importante luta da categoria é a prevenção das doenças ocupacionais: “Queremos duas horas fora da linha de produção quando o trabalhador retorna do beneficio, tempo de exposição na linha de produção de 6hs diárias e de no máximo 36 hs semanais”, explica Célio. A eliminação do atual PPL e a elaboração de um programa de repasse através de um abono no valor de um piso da categoria, discutido sem metas a exemplo da Agrovêneto e Tramonto é outro item essencial a ser garantido. Nesse setor de produção, na observação de Célio, não pode ser estipulado metas. “Isso contribui ainda mais  com a mutilação dos trabalhadores”.  Nas demais reivindicações estão: licença maternidade de 180 dias;adicional noturno de 50%; cesta básica no valor de R$ 115,00; auxilio creche de 50% salário mínimo;aviso prévio de 60 dias para quem tem mais de quatro anos, e 90 dias acima de oito anos de empresa; fornecimento de Café gratuito; transporte coletivo gratuito;  faltas justificadas conforme o rol de reivindicações;auxilio farmácia de 50%;complementação por parte da empresa do 13º salário para o trabalhador afastado por doença, proporcional ao período do afastamento;tempo de deslocamento no transporte coletivo, será obrigado a computar na jornada de trabalho;folga nos dias 24 e 31 de dezembro 2012, sem compensação - os trabalhadores trabalham cinco dias por ano a mais - e 50% no adicional de férias. As rodadas de negociação ainda não estão marcadas.

 

 

 

 

 

 

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